Duas horas de fria
madrugada.
Não há sinal de
luz pelo caminho.
A rua está
deserta, abandonada
--- Tudo é silêncio
e tudo é tão sozinho!
De repente, ouço a
voz enamorada
De um cantor, que
soluça ao cavaquinho:
Chora um violão,
na noite escancarada
E uma janela se
abre de mansinho...
Depois, ela
aparece---é muito bela!
Joga beijos e acena
da janela
E tudo é luz e
tudo é claridade
As serenatas foram
sempre assim...
E hoje, delas, só
restam, para mim,
Uma valsa, um soluço
e uma saudade!
Enviado
por Hilda - domingo,
1 de dezembro de 2002 - 16:44
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